All posts by Filipa Bule

Nasceu em Lisboa em 1994. Estuda Comunicação Social, e sonha um dia vir a ser jornalista na área da música. Gosta de ler, de escrever, e não dispensa um bom álbum de Hard Rock. É inconformada, contestatária e feminista desde que se apercebeu que as questões de género não são uma brincadeira.

O Regresso do Clítoris: O projeto, xs criadorxs, os conteúdos 

Numa altura em que toda a equipa do Clítoris da Razão festeja o seu regresso, achei que faria todo o sentido (eu própria conhecer e) dar a conhecer – melhor – este projeto, criado e mantido com tanto carinho, desde o início, e ao longo destes anos, por todxs xs criadorxs e intervenientes. Para te dar a conhecer o que agora te apresento, entrevistei as três pessoas fundadoras deste projeto – A Adriana, a Catarina e o Tiago -, e ainda, uma das editoras, a Irina. Por isso, convido-te a acompanhares-me nesta “viagem” pelo universo clítoriano. Continue reading O Regresso do Clítoris: O projeto, xs criadorxs, os conteúdos 

Sou menos feminista por me depilar?

A dicotomia Depilação – Feminismo tem sido debatida, desde há um tempo a esta parte. Exemplos disso são algumas das postagens em páginas feministas brasileiras, e até já alguns média portugueses abordaram a questão, aquando do surgimento da “moda” dos pêlos coloridos nas axilas.

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Assexualidade: bolo é melhor que sexo?

Agora e cada vez mais, desmistificar alguns aspetos do conceito que parece ainda apresentar-se como uma névoa confusa – entre outros tantos conceitos do vocabulário feminista, torna-se imperativo. Não, não é uma patalogia psicológica; não é apenas ter a líbido baixa; não é uma escolha. O que é então, afinal de contas, ser assexual? Continue reading Assexualidade: bolo é melhor que sexo?

Cinco minutos para ser feminista!

Sempre fui muito dada a todas as questões que envolvem os direitos das mulheres e a toda a História inerente a essa luta. Hoje em dia surpreendo-me ao ouvir, tantas vezes que perdi a conta, que o Feminismo e o machismo são “farinha do mesmo saco”. Não sei se este facto se deve a uma profunda ignorância histórica ou se esse paralelo é facilitado pela fonética das duas palavras.

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